"Na era da geoeconomia, seguimos subordinando o país a interesses internacionais e mantendo um olhar colonial sobre nossas próprias regiões. No caso da Amazônia,...
As cadeias produtivas de Manaus estão fortemente dependentes de uma estrutura de suprimentos global e ainda não temos forte conteúdo de insumos locais. Então,...
Por Giuliano Guandalini - Brazil Journal
Poucas nações se beneficiaram da globalização mais do que Taiwan, e poucas empresas do mundo se beneficiaram mais da...
Para driblar alta da inflação e dos preços de frete e quebras nas cadeias globais de fornecimento, setor industrial segue verticalização
Por Estadão Conteúdo
Começam a surgir...
É fundamental trazer as discussões para o presente, para quando formos visitados por alguém com juras de apoio, depois não nos surpreendermos por este alguém destruindo o rio com mercúrio, o chão de fábrica sem a ciência ou nos colocando grilhões adicionais. Mesmo que já tenhamos sido muito enganados ou achado que estávamos, ou estamos com “o certo”, o que seria o maior erro, porque a evolução se faz pela dúvida – inclusive sobre as nossas certezas.
Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam