Criado em abril de 2020, auxílio emergencial foi pago em 5 parcelas de R$ 600 a pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia. Depois houve mais 4 parcelas de R$ 300.
“Se não houver uma reformulação da atual política econômica, vamos assistir, em 2021, mais do mesmo e o pior das mazelas socioeconômicas e socioambientais...
Em novo relatório sobre a economia brasileira divulgado nesta quarta-feira (02/12) o Fundo Monetário Internacional (FMI) recomenda que o Brasil mantenha "o teto de...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.