Segundo Polícia Federal, militares recebiam mesada de empresa para auxiliar no esquema de garimpo ilegal. Um tenente-coronel é suspeito de fornecer informações para garimpeiros.
Detalhando em números, o estudo do Instituto Escolhas foi a fundo para entender a realidade do garimpo ilegal na Amazônia, o investimento necessário e o lucro dos criminosos. Em off: mesmo com faturamento milionário, o faturamento do garimpo não chega perto do que a bioeconomia sustentável poderia proporcionar para as pessoas da região.
A ação se dá em combinação a outras pastas, enquanto o Ministério da Defesa terá mais ações preventivas nas fronteiras, o acesso ao território yanomami segue sendo responsabilidade dos ministérios da Saúde e Povos Indígenas.