A CCEE realizou mais um leilão de energia nova para fornecimento de eletricidade a partir de 2026. Do total contratado, quase ⅔ virão de fontes limpas: 42% desse total virão de térmicas a bagaço de cana, 11% de eólicas, 10% de fotovoltaicas.
O IEMA acaba de publicar sua análise da crise hídrica, e o recado não podia ser mais claro: o governo deveria ampliar a base de renováveis e a complementar por meio do armazenamento de energia nos reservatórios, em baterias e via geração e estocagem de hidrogênio.