“Não existe ameaça imediata, alguém querendo nos invadir para conquistar nossos recursos. Então, a sociedade e os políticos colocam uma prioridade baixa (sobre o tema)."
Sobre o tamanho das Forças Armadas, repetiu mais de uma vez que as considerava insuficientes, mas que será cumprido o acordo da reforma da carreira militar de 2019, de reduzir o efetivo em 10% em dez anos.
O uso de fogo também está proibido no Pantanal desde julho, por um decreto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que, porém, desdenhou do possível efeito do mesmo.
Segundo professor de Relações Internacionais Ricardo Cabral, as capacidades das Forças Armadas na região amazônica devem ser ampliadas, mas para atender às necessidades internas do país.
Basta olhar os cadernos, livros e apostilas do ensino médio e, muitas vezes, no ensino superior no Brasil, para entender essa ruptura danosa deste país. Um disfarçado descaso com sua porção amazônica.