Em áreas queimadas várias vezes, ou em áreas com grandes quantidades de desmatamento e pouca conectividade, com poucas chances de recuperação, a floresta muda de uma floresta primária de dossel fechado.
Este pioneirismo se tornou referência amazônica de reflorestamento e domesticação de várias espécies, que antecedem e preparam um novo tempo de prosperidade, a Bioeconomia sustentável.
A economia da floresta em pé é, por definição, uma economia de prazo longo. Ela exige investimento contínuo, qualificação, logística estável, pesquisa, financiamento paciente e, sobretudo, capacidade de fazer a prosperidade chegar aos rios, às estradas e aos municípios distantes — onde o custo de produzir legalmente ainda é alto demais para muita gente.