Após três anos de expedições mal sucedidas, grupo de pesquisadores conseguem localizar a árvore mais alta já registrada na floresta amazônica, com altura equivalente...
Lista, divulgada nesta segunda (22), atualiza espécies da fauna e flora do município ameaçadas, após um hiato de 22 anos, e garante proteção para espécies sob risco de extinção
As negociações preparatórias para a Conferência da ONU sobre Biodiversidade (COP15), programada para acontecer no final do ano em Montreal, seguem em banho-maria. O...
Oito anos depois da última lista, atualização traz 3.209 espécies ameaçadas da flora e 1.249 da fauna, mas deixa de fora espécies com critérios que contrariam pesquisadores
Por Suzana Camargo
A Floresta Amazônica concentra uma das maiores biodiversidades do planeta. De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio),...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.