Evento reúne especialistas e investidores para discutir o papel da bioeconomia na sustentabilidade e novas estratégias de desenvolvimento econômico na Amazônia
Tudo isso, porém, vai ralo abaixo com a demonização fiscal da ZFM, com a transformação de sua política pública focada em redução das desigualdades regionais, em pivô da crise fiscal que ataca o país. Uma conversa sem base factual nem pudor institucional. Ou tudo isso vai Rio acima, e pode ganhar ares de relevância e implicações positivas na poupança e retomada na reindustrialização em curso.
Iniciativa é de parceria da Suframa com o Idesam e premiou os nove maiores investidores do Programa Prioritário de Bioeconomia na 2º Festival de Investimentos de Impacto e Negócios na Amazônia
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes