Prevendo a possibilidade de eventos climáticos extremos com intensidades catastróficas, especialistas estão defendendo a inclusão de uma nova categoria para classificar furacões
“O sucesso dessa transição energética dependerá de colaboração global, investimentos em pesquisa e desenvolvimento, e da implementação de políticas que promovam a sustentabilidade. O futuro energético parece moldado por uma inevitável metamorfose, mas as ações presentes determinarão o quão suave ou tumultuado será esse processo”.
O Rio Grande do Sul enfrenta alertas de temporais intensos e recebe um aporte significativo de recursos federais após desastres que já resultaram em 46 mortes.
“Ainda não se sabe o alcance da próxima seca - que já está confirmada para a Amazônia - pois a ciência ainda não dispõe de instrumentos de precisão nem como estimar os movimentos e intensidade das ações de aquecimento do El Niño. A seca, porém, está prevista para o período 2023-24. Estamos debatendo o assunto, ou já tomamos alguma providência a respeito?”
Fenômeno climático influenciará o clima durante todo o inverno, trazendo efeitos distintos para cada região do país. Na Amazônia a incidência de queimadas deve aumentar devido a condições climáticas mais propícias.
"Estudos climáticos de grandes centros mundiais de meteorologia já comprovam o aumento da frequência de eventos climáticos extremos em diversas regiões do mundo. Os dados históricos do Alerta Rio apontam também nesta direção, com um aumento da frequência de chuvas muito fortes na cidade do Rio de Janeiro nos últimos 25 anos”, explica a meteorologista Juliana Hermsdorff