Interesse dos Estados Unidos reacende debate sobre o controle dos terras raras pelo governo brasileiro, em meio à disputa global por insumos minerais indispensáveis para a transição energética e a indústria de alta tecnologia
Aos que negociam com revólver na mesa, o Brasil responde com o poder silencioso da diplomacia e a firmeza daqueles que sabem que gritar não é sinal de força — e sim de covardia.
Em tempos de normalidade democrática, medidas de política comercial seguem critérios técnicos. Em tempos de autoritarismo globalizado, elas se tornam armas geopolíticas, instrumentos de chantagem e expressões de um projeto de poder fundado na mentira. É exatamente isso que estamos vivendo agora. Com Donald Trump reeleito e de volta à Casa Branca há sete meses, os Estados Unidos acabam de impor um tarifaço de 50% exclusivamente ao Brasil, uma medida sem precedentes e sem paralelo em qualquer relação bilateral do continente.
Após vencer resistência de senador carvoeiro, Biden consegue aprovar pacote climático para investimento de US$ 369 bi em energia limpa, que ajudará país a cumprir sua meta no Acordo de Paris
Por cá, o orçamento para pesquisa em biotecnologia foi reduzido a zero. O Liberalismo real protege o seu país, liberando para a concorrência os produtos de maior valor agregado e de maior interesse, onde o próprio país é competitivo e não ao contrário. Nosso (pseudo) liberalismo entrega o valor agregado para estrangeiros, relegando-nos ao extrativismo.
ZFM