José Walter Bautista Vidal, um dos maiores físicos do país por sua obra e legado na elaboração e implantação do programa do álcool e do óleo vegetal do Brasil, já dizia nos anos 80 que a Amazônia é a pátria da energia alternativa para o futuro do país. Ele se referia a energia solar, ao biodiesel, à biomassa e ao gás natural. Nesta segunda-feira, 13, dando sequência aos Diálogos Amazônicos da Fundação Getúlio Vargas, Márcio Holland e Daniel Vargas receberam a dupla André Clark, da Siemens e Tarcisio Rosa consultor de energia oriundo da Eletrobras. Objetivo do evento era expor e debater a questão energética na Amazônia no contexto da crise hídrica e das perspectivas da Amazônia do Futuro, um projeto de desenvolvimento regional desenhado por iniciativa do setor produtivo do Amazonas, Zona Franca de Manaus, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas.
Em 12 meses, inflação medida pelo IPCA atinge 9,68%
A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou agosto com alta...
“Com a mistura de biometano no gás natural, a gente já pode ter teores renováveis no hidrogênio. Mas ele pode ser totalmente verde se o gás natural for substituído pelo biometano. É uma substituição totalmente drop-in”, conta Tamar Roitman, gerente executiva da ABiogás
Atualmente, 25% dos combustíveis usados no país são renováveis. Um dos responsáveis por esse incremento será o programa Combustível do Futuro, lançado em abril.
Estudo mostra que florestas africanas passaram a emitir carbono, elevando riscos climáticos e reforçando alerta para a preservação das florestas tropicais.