Como sociedade, precisamos retirar algum aprendizado e reconhecer os erros da caminhada até aqui, formulando novas políticas públicas para enfrentar a realidade, do incêndio...
Manaus, capital do Amazonas, está enfrentando uma intensa nuvem de poluição há quatro dias, resultado direto das queimadas em áreas desmatadas de municípios do...
Mais 23 botos foram encontrados mortos na Amazônia, elevando a preocupação sobre os impactos da seca histórica que atinge a região. O alarmante dado...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.