De acordo com os pesquisadores, as espécies exóticas, quando ocupam de forma ostensiva as áreas das espécies nativas, são chamadas de exóticas invasoras, e elas representam a terceira maior ameaça à biodiversidade, ficando atrás somente de alteração do uso do solo e das mudanças climáticas.
Estudos realizados por unidades de pesquisa da Embrapa em diferentes regiões brasileiras comprovam que o manejo florestal por espécie é uma inovação com potencial de agregar renda e sustentabilidade à região amazônica.
“Nenhuma das vinte metas globais para conservação e uso da biodiversidade, contidas em acordos internacionais, foi cumprida, como mostra @NuritBensusan, com base em relatório recém publicado”
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.