O presidente Joe Biden prometeu traçar uma rota para zerar emissões norte-americanas até 2050. Cientistas disseram que emissões mundiais têm de cair à metade até 2030.
“Por isso, parece-nos oportuna uma ação do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, cuja missão inclui a captação de investimentos voltados ao desenvolvimento da Amazônia e a conservação de sua biodiversidade e florestas. Além de conhecer perfeitamente as especificidades do bioma, alguns estados estão dotados de competências na esfera das relações internacionais. Para eles, um eventual entendimento com a União Europeia, por exemplo, poderia trazer recursos adicionais para ações de sustentabilidade para a Inclusão digital, a educação de qualidade e para transferência de tecnologias limpas.”
O plano climático Biden é mais moderado. Mas, se promulgado, ainda seria a estratégia climática mais agressiva de que os Estados Unidos já lançaram mão.
De acordo com Seb Henbest, economista-chefe da BNEF, chegará um ponto em que essa expansão será saturada porque a tecnologia não reduz mais os custos de geração em comparação com o funcionamento das usinas térmicas existentes.
O país precisa compreender com precisão técnica e visão de longo prazo que a vocação industrial da Amazônia serve ao interesse nacional, ao equilíbrio macroeconômico e à consolidação de uma estratégia de desenvolvimento compatível com as transições tecnológica, energética e climática em curso