Nossa academia está pronta para oferecer soluções tecnológicas, consistentes, com reconhecimento científico, de mercado, e sobretudo nacional. Dia 13 de maio está chegando e há três décadas a Lei Áurea formalmente se esvaziou e, assim como o tacão da Acatech, o interesse
da indústria do Amazonas, segue nas mãos de Brasília, seus caprichos, interesses e distância crônica de nossa realidade, demandas e direitos. Isto é, a serviço do famoso manda quem pode… Até quando?
Consumidores e investidores já aprenderam a valorizar produtos e serviços com responsabilidade ambiental. Isso pode gerar enormes oportunidades de negócios para o País, desde que o governo brasileiro saia da contramão.
O presidente disse que o Brasil alcançará, até 2050, a neutralidade zero de emissões de gases de efeito estufa, prometeu o fim das emissões até 2050 (com redução de 50% até 2030) e o fim do desmatamento ilegal no país até 2030.
“Não estamos falando de intocabilidade e sim do manejo inteligente de nossas potencialidades, previsto em Lei e que nos permitirá diversas
iniciativas de bionegócios, com as ferramentas da inovação tecnológica, e de forma sustentável, para implantar a economia de nossa diversidade biológica, geológica e de serviços ambientais.”
Desenhada e planejada pelo Regime Militar, dentro de uma perspectiva de Desenvolvimento Regional do Norte do Brasil, o projeto contava com a instalação de três polos distintos, um agropecuário, um comercial, e um industrial - onde reside o Polo Industrial de Manaus (PIM), o terceiro maior do país.
O que era minha percepção está se mostrando realidade. Existe uma grande chance de colapso nas áreas de TI (Tecnologia da Informação) e Inovação no período pós-pandemia — e não pela falta de vagas, mas sim pela falta de mão de obra qualificada.