É preciso, entretanto, abraçar um projeto como este com toda vontade política local, estadual e do poder central. É… mas faltam recursos! Diriam os arautos do imobilismo. Isso não procede de acordo com os fatos. Apenas o setor produtivo da Zona Franca de Manaus, ano a ano, repassa em torno de R$ 1 bilhão através do Fundo de Turismo e Interiorização do Desenvolvimento e de Fomento às micro e pequenas empresas. E o que é feito disso?
Davi Bomtempo, gerente da CNI, explica que, de forma simplificada, esse tipo de economia consiste em tentar manter o recurso pelo máximo de tempo possível dentro da cadeia produtiva.
Com elegância e a firmeza de quem tem 33 anos de compromisso com o interesse público, Gustavo Igrejas, o ex-superintendente da Suframa, e uma das maiores autoridades em projetos industriais vinculados a contrapartida fiscal, disse porque o Secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade (SEPEC), Carlos da Costa, enfiou os pés pelas mãos ao surpreender os presentes, empresários, servidores públicos, jornalistas e parlamentares, na última reunião do CAS, retirando de pauta o projeto da LG Eletronics, que voltou para Manaus de onde nunca deveria ter saído. O artigo é didático, sólido e inquestionável. O gesto do Secretário é desprovido de intimidade com este acerto chamado Programa Zona Franca de Manaus. Aqui já se instalou a indústria 4.0, a quarta revolução industrial. Daqui pra frente os empregos serão inteligentes. Melhor que linha de montagem, certo? Cabe ao poder público criar condições para isso. Quem recolhe mais de 50% de todos os impostos federais do Norte está fazendo sua parte na geração de empregos. Será que a União está fazendo a sua? Confira!
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, fala sobre os ganhos no setor de segurança ambiental e sobre ferramentas tecnológicas que serão habilitadas com a chegada do 5G ao Brasil.
“E por que aceitar/respeitar/fortalecer maior autonomia para a Suframa? Os dados estão aí para responder. A AMACRO, um programa de desenvolvimento regional integrado, com sinapses estratégicas de primeira grandeza, entre Acre, Amazonas e Rondônia, para citar algo mais recente, em múltiplas ações e avanços da Autarquia, falam por si.“
O Brasil fechou 2020 com depesas discricionárias mais baixas da história; apesar de veto e bloqueio, risco de paralisação é quase nulo, afirma secretário.