“A Moto Honda tem o compromisso com a sustentabilidade e atua com a premissa de desenvolver projetos cada vez mais amigáveis ao meio ambiente, buscando reduzir constantemente os impactos ambientais, tanto no desenvolvimento de produtos quanto em suas operações fabris e administrativas”, afirma Julio Koga, vice-presidente Industrial da Moto Honda.
O negócio proporcionará à Lucid cerca de US$ 4,4 bilhões, que serão aplicados na expansão de sua fábrica no estado norte-americano do Arizona e na aceleração do processo de desenvolvimento e lançamento de novos modelos elétricos.
“Como os consumidores residenciais pagam os maiores preços do país pela energia elétrica que consomem, a energia solar é uma grande aliada neste momento crítico da economia brasileira e mundial”, afirma Camila Nascimento, diretora comercial da Win Energias Renováveis.
O primeiro lote de cilindros chegou a Manaus no último dia 6 com 20 mil m³ e a segunda leva no início da semana. Serão distribuídos no sistema público de Saúde, para salvar vidas e para celebrar esta amizade histórica e preciosa chamada Brasil/Amazônia/Japão, ilustrada pela Moto Honda da Amazônia e seus concessionários, AssoHonda, marca que é orgulho do Amazonas.
O negócio ainda precisa de aprovação dos órgãos competentes. Com isso, a empresa, que é totalmente brasileira e possui 20 anos de atuação, antecipa os planos para entrada em novas linhas e segmentos de produtos.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.