Um movimento de mais de 10 anos para a criação de um mercado regulado de carbono no Brasil está enfrentando resistências do governo federal. Um projeto de lei apresentado no começo do ano pelo deputado Marcelo Ramos passou por várias discussões com setores empresariais, a Academia e organizações da sociedade civil e parecia pronto para ser aprovado na Câmara e levado à COP como um trunfo.
O tema do momento é a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP26), que encerra oficialmente hoje, em Glasgow, na Escócia. Nas negociações e nas falas, inclusive de diversos governadores brasileiros que participaram do evento, os investimentos em bioeconomia são fundamentais para que os países consigam cumprir os acordos firmados, principalmente na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE).
“Ganhará um enorme abraço de admiração se apontar com dados e fatos um programa de desenvolvimento regional, como a ZFM, capaz de gerar meio milhão de empregos, ser o quinto maior contribuinte tributário do país e ajudar a manter a floresta em pé. Por sinal, se se mantiverem as promessas e a Amazônia não for destruída, vamos equacionar a crise hídrica, energética e liberal, que tal?”
Empresa teve pior resultado no controle de fornecedores no Pará, segundo MPF. Quase 1/3 do total comercializado pela JBS nos últimos anos no estado estava irregular