Pesquisadores analisaram oscilações de temperatura e eventos climáticos extremos, constatando que os prejuízos econômicos podem ser 50% maiores do que as estimativas anteriores baseadas apenas em médias anuais. A pesquisa publicada na Nature alerta para a urgência de reduzir as emissões de gases de efeito estufa para mitigar impactos devastadores das mudanças climáticas na economia global.
O Governo Federal propôs um aumento no salário mínimo para R$ 1.502 em 2025, conforme o PLDO enviado ao Congresso, baseando-se na projeção do INPC e no crescimento do PIB.
A atual Administração Econômica do Governo Federal está trabalhando com o modelo de austeridade fiscal expansionista, o qual parte do esforço de equilíbrio das contas consolidadas do setor público e se apoia nas reformas da previdência, do sistema tributário e do próprio Estado. Espera criar um ambiente de expectativas favoráveis e de incertezas mitigadas que poderiam induzir a retomada do crescimento econômico, liberando “o espírito animal” dos empreendedores. Embora seja indispensável que se realize a consistência macroeconômica de nossa economia a fim de que se elimine de vez o fantasma da inflação e se reverta a percepção de que o País caminha para a insolvência financeira, há ações programáticas fundamentais para que a nova década dos anos 2020 não se perca também em uma sequência interminável de ajustes de curto prazo.
Um dos possíveis principais fatores para a queda da avaliação positiva do governo Lula tem sido a inflação dos alimentos tem sido um problema. Ministros tem corrido atrás de soluções enquanto alertam que as mudanças climáticas, associada a outros fatores, impactaram nas altas dos preços.
Estratégias específicas de crescimento são indispensáveis, entendendo-se por uma estratégia de crescimento políticas econômicas e arranjos institucionais mais subjacentes para desencadear um ciclo de expansão da economia, sustentando o seu dinamismo e dotando-a com resiliência a choques internos e externos ao longo do tempo.