As políticas sociais Compensatórias são, contudo, limitadas tanto para a erradicação da miséria e da pobreza, assim como para a redução das desigualdades sociais. Falta-lhes intensidade e cadenciamento por causa da crise fiscal que o Brasil vivencia; e, também, é restrita à sua contribuição para transformar o regime de desigualdades prevalecente no País.
O governo federal anunciou uma série de medidas para auxiliar no desastre climático que assola o Rio Grande do Sul, incluindo renegociação de dívidas e linhas de crédito subsidiadas
A instalação e plano de trabalho da Comissão de Competitividade, em janeiro último, chamam a atenção para a retomada ou a estruturação da competitividade da Nova Indústria ZFM. O projeto de diversificação e adensamento produtivo na Amazônia é bem mais que uma questão econômica.
A agência de classificação de risco Moody's elevou a perspectiva de crédito do Brasil de estável para positiva, refletindo as avaliações internacionais de melhorias nas políticas econômicas e uma potencial recuperação do grau de investimento, enquanto o governo reafirma compromisso com a sustentabilidade fiscal e ambiental
“A colaboração entre os poderes, longe de ser uma opção, é uma necessidade premente para que o Brasil, para além da polarização ideológica, supere suas adversidades econômicas com equilíbrio e justiça social.”
"Para saber para onde estamos indo em termos de concentração de renda, dos níveis de pobreza, de extrema pobreza e de desigualdades sociais, temos que avaliar se as políticas macroeconômicas e as políticas sociais em andamento estariam tendo a intensidade, a cadência e o sequenciamento necessários para promover grandes transformações e mudanças estruturais na evolução da sociedade brasileira"