“Trata-se um caso exemplar, embora aquém do seu potencial, de como políticas fiscais bem-estruturadas como a Zona Franca de Manaus podem promover o desenvolvimento regional, reduzir desigualdades e fomentar a inovação tecnológica. A continuidade e o fortalecimento desse programa dependem de uma articulação política eficaz e da capacidade de divulgar seus benefícios para toda a nação, respondendo à altura, a quem possa perguntar, qual é o lugar da Zona Franca de Manaus na Economia Brasileira.”
A transformação da Amazônia em um centro de bioeconomia sustentável está moldando um futuro em que inovação e conservação caminham juntas, impulsionando o desenvolvimento econômico sem comprometer o meio ambiente.
Verbas de grosso calibre do FNO, Fundo Nacional do Norte, serviram para remover floresta. E agora podemos recorrer a ele para fomentar a Bioeconomia. A Suframa já enxergou essa obviedade e inseriu sua adoção ostensiva no desafio de diversificação do Polo Industrial de Manaus em sua viabilidade.
Superar essas contradições significa transpor desafios e fortalecer alternativas de inserir esta integração nos trilhos de um novo tempo, uma jornada benfazeja na geração de empregos e oportunidades de Norte a Sul do Brasil e a favor de todos os brasileiros.
Indústria
É hora de construir, na diversificação, adensamento e regionalização dos polos industriais existentes na ZFM, os parâmetros adicionais da prosperidade inteligente, sob o signo do carbono zero e do atendimento das demandas sociais.
"No desafio da integração, impõe-se o conhecimento das desigualdades regionais e tratamento dessas desigualdades de forma específica. Não se pode tratar os desiguais de forma igual. [...] O Amazonas não é a Avenida Paulista, nem pode ser tratado com seus parâmetros. Quanto a Brasília, é preciso que o governo se volte para onde estão as soluções de muitos dos problemas atuais e futuros deste nosso país."