Esse modo de ver tem origem e representa a perspectiva do estrangeiro. Ele constitui um dos principais problemas de gestão da floresta e da formação do Brasil. Quando o assunto é Amazônia, o brasileiro pode ser tão gringo quanto, bem, os próprios gringos.
Se a ditadura usou megaprojetos para explorar região, e FHC a escancarou ao capital privado, Bolsonaro inaugura a 3ª fase: a pilhagem total. Florestas seriam “ativos problemáticos” — e a barbárie torna-se método para a superexploração