“E não se tratam apenas das vocações específicas de cada município ribeirinho, precisamos criar respostas para as demandas de infraestrutura, revisão de tarifas de...
Programação visa contribuir com as políticas públicas voltadas à bioeconomia da região
Por A Crítica
A bioeconomia e os agentes ativos desta nova modalidade comercial vão...
Enquanto não tivermos a capacidade de enfrentar as deficiências e as lacunas, corrigindo-as e adaptando-as, ou, enquanto não tivermos a clareza de afirmar que...
O projeto recebeu recursos de PD&I oriundos da Lei de Informática, que é gerida pela Suframa.
O superintendente da Suframa, Algacir Polsin, participou na última...
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.