Tag: Direito Indígena

Facções usam garimpo para expandir narcotráfico na Amazônia

Nos últimos anos, o narcotráfico na Amazônia tem crescido, utilizando a infraestrutura dos garimpos ilegais, ampliando a violência e os danos ao meio ambiente A...

Advogada Kanamari assume comissão indígena na OAB Amazonas

OAB do Amazonas cria comissão indígena e nomeia a advogada Adriana Inori, da etnia Kanamari, como presidente Por Mônica Nunes Se você nos acompanha, é...

Governo deixa indígenas e ambientalistas à mercê do crime no Vale do Javari

O desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips no rio Javari, no noroeste do Amazonas, jogou luz sobre os riscos que...

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.