Professor de Ciências Ambientais da USP e um dos maiores especialistas brasileiros no tema diz que Brasil poderia ser um líder da chamada biodiplomacia.
Desmatamentos, vulnerabilidade de povos indígenas, possibilidade de aparecimento de novas doenças, urbanização precária: cenário, que se degradava rapidamente com governo Bolsonaro, piorou na pandemia. Mas é possível transformá-lo.