Tag: desmatamento amazônico

“Você vê esta floresta aqui? Atrás dela, estão todos os ranchos” diz o líder Parakanã ao falar da invasão dos pecuaristas e garimpeiros

Por Ana Ionova - MONAGABAY A Terra Indígena Apyterewa está sob proteção federal desde 2007, porém nos últimos anos tornou-se uma das reservas mais desmatadas do...

Mato Grosso se movimenta para replicar “boiada” federal na sua política ambiental

Até o final de junho, o Mato Grosso era o estado brasileiro com maior número de registros de incêndio florestal em 2022, respondendo por...

Terras Públicas concentram mais da metade do desmatamento amazônico

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Desmatamento desenfreado pode custar quase US$ 10 bi anuais em perdas de exportação no Brasil

Um levantamento do Metrópoles estimou o impacto do desmatamento amazônico na balança comercial brasileira caso a União Europeia restrinja a entrada de commodities agrícolas associadas à derrubada de...

Aumento do desmatamento intensifica pressão comercial sobre o Brasil

A alta de 22% no desmatamento amazônico no último ano foi um balde de água fria com gelo na cabeça de governos, empresas e investidores internacionais...

Desmatamento acumulado em 2021 na Amazônia cresce 33% e bate novo recorde, aponta Imazon

Enquanto Bolsonaro mente para investidores internacionais em Dubai dizendo que a Amazônia tem “mais de 90%” de sua área preservada –  “exatamente igual quando...

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.