Entre outras idiossincrasias, em resumo, os autores das PEC para a reforma tributária descobriram finalmente a solução para a problemática das Novas Matrizes Econômicas para o Amazonas e não veem importância nos empregos. A inanição e os devaneios são as soluções propostas.
O Congresso Nacional poderia pautar temas visando as prioridades do interesse público, e não temas de seu público interesse. A população talvez não queira que se gaste energia na discussão de uma reforma que não lhe diminua a carga tributária e ainda lhe aumente a burocracia.
“Doutor em engenharia de transportes, o professor Augusto César Barreto Rocha tem se dedicado a promover ações compartilhadas entre academia e a economia, particularmente no que se refere a precariedade de infraestrutura para o Polo Industrial de Manaus.” Confira.
E nós não podemos ficar de braços cruzados para conferir se, dessa vez, vamos figurar pra valer no sumário dos programas prioritários da República. Ou não será preciso espernear que o fim da Zona Franca de Manaus será uma crise humanitária de graves proporções, envolvendo todas as tribos e populações originárias e operárias da Amazônia?
“Conhecer projetos e programas locais são ações que dependem tão-somente de nós. Eles tremulam a bandeira da Bioeconomia e da diversificação inovadora em todos...
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo