“É preciso aproveitar o momento para construir um futuro competitivo, em que a ZFM seja capaz de gerar riqueza e promover o desenvolvimento sustentável da região. A história nos ensinou que ficar a ver os navios da prosperidade zarpando não é uma opção viável. Agora é o momento de agir e escrever uma nova narrativa para a Zona Franca de Manaus.”
Em nova discurso, o presidente decidiu por superar dicotomia entre estado forte e fraco e afirmou que um "estado necessário" para atuar junto com o setor privado é o caminho para o desenvolvimento do país.
Trocando em miúdos: com esses dados, o Polo Industrial de Manaus já pode demonstrar a neutralização de suas emissões de carbono com a fixação dessas emissões transformadas, efetivamente, em árvores que - como bombas naturais de produção de recursos hídricos - oferecem ao planeta seus preciosos serviços ambientais: descarbonização do clima, produção de oxigênio e de ativos hídricos. Isso significa a melhor tradução de um empreendimento amparado no conceito de sustentabilidade, cunhado por Samuel Benchimol: “socialmente justo, economicamente viável, politicamente correto e ambientalmente equilibrado”.
indústria verde
“A forma de atuação do AmIT – Instituto de Tecnologia da Amazônia- será sempre em rede para trabalhar integrando diferentes instituições. A análise de qualquer atividade do AmIT deverá ser holística, globalizada e contextualizada. Suas ações são multidimensionais e transdisciplinares. É praticamente impossível uma única instituição fazer tudo isto. Para tal, será necessário trabalhar em rede e contar com as inteligências existentes; principalmente as inteligências e os talentos locais da Panamazonia.”
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.