“A COP26 não será uma sessão de fotos ou talk shop. Deve ser um fórum onde colocamos o mundo no caminho certo para cumprir nossos compromissos climáticos. E isso depende dos líderes: foram eles que fizeram uma promessa ao mundo há seis anos, em Paris. E são eles que devem honrá-lo agora”, disse Sharma
Para o presidente do Cieam, Wilson Périco, a região precisa buscar novas alternativas econômicas. “E entra também na questão de desenvolvimento das atividades econômicos além dos muros da capital. Aí não depende do modelo Zona Franca. Estou falando em desenvolver as novas matrizes dentro das potencialidades do nosso estado”, afirmou.
Apesar de toda a fartura de terras disponíveis para fazer da divisa Amacro a potência do agronegócio, mais e mais hectares de floresta são derrubados e queimados a cada nascer do sol
Com a redução, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) perdeu 90% do seu orçamento, incluindo recursos que serviriam para o pagamento de bolsas de pesquisa, o que pode impactar projetos em andamento.
E quem vai bancar a antecipação desta utopia? Quem vai assinar a carta de crédito desse mutirão de empreendedorismo? Como transformar nossas instituições de ensino, qualificação técnica, científica e crítica na base que vai amparar o novo tempo de uma economia da sustentabilidade amazônica?
Segundo Magalhães, “os plantios florestais podem ser fonte para inúmeros produtos e serviços, além dos já conhecidos, como papel e móveis. A partir desta matéria-prima, podemos desenvolver muitos produtos com o conceito de química verde, com uma matéria-prima renovável e sustentável”.
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.