O custo de um laboratório de nanobiotecnologia para o desenvolvimento não-predatório da Amazônia é nada mais que uma decisão política. Ou seja, um grito do protagonismo regional.
A luta continua em várias frentes por tempo indeterminado e indeterminável, na defesa da Amazônia e de nossa gente, dos descalços, dos famintos e dos excluídos. Contra o desmatamento e a destruição do bioma, das águas, das populações tradicionais e dos direitos constitucionais. [...] O lamento do professor Augusto procede e nos concede identificar um alento para seguir adiante
“…temos uma ferida aberta que jorra hemorragicamente na economia nacional, que é o desmatamento da Amazônia. É preciso computa-lo nesse cálculo e tratar esse tema como prioridade nacional, para que nossos méritos não sejam ocultados por nossos vícios” - Daniel Vargas
A recém eleita deputada Marina Silva relata sua reaproximação com Lula. A conversa de duas horas com o candidato. A valorização do que fizeram no passado, diante dos horrores atuais. Os projetos para o resgate da agenda ambiental, num possível novo governo
No documento Amazônia do Futuro foi detalhadamente desenhado este caminho e configuração protagonista, apontando a necessidade de uma mobilização interinstitucional para debelar aquilo que o economista americano Jeffrey Sachs chama de “a doença global da desigualdade”.
Por que não apostar todas as fichas no futuro do Norte desde já - onde reside e sobrevive nossa gente, respirando com dificuldades e obstinação – desenhando a Amazônia como nossa próxima e movimentada estação?