Tag: Desenvolvimento Sustentavel

A importância da Agenda ESG para o Polo Industrial de Manaus diante das Tendências Globais

"Portanto, é essencial que as indústrias de Manaus mantenham seu compromisso com a agenda ESG, reconhecendo que, apesar de desafios e pressões externas, a...

US$ 68 Trilhões em ativos apostam no ESG: o que isso significa para a Indústria da Amazônia?

A preservação da Amazônia e o desenvolvimento sustentável não podem ser apenas compromissos discursivos; precisam ser ativos estratégicos para o crescimento econômico da região....

UEA em movimento no planejamento estratégico de inovação integrada

A UEA em movimento, convida todos a se juntarem a esta jornada. Juntos, podemos construir um futuro onde a inovação seja uma ferramenta de desenvolvimento,...

Mudanças climáticas impulsionam inflação e pobreza no Brasil

As mudanças climáticas, cada vez mais reconhecidas como uma ameaça global, assumiram uma posição predominante nas preocupações econômicas no Brasil, conforme indica a pesquisa...

Pará lidera produção de cacau com inovação e sustentabilidade

Pará na liderança na produção de cacau - O preço do fruto amazônico alcançou um pico histórico na bolsa de valores de Nova York, marcando a cotação mais alta em quatro décadas

Fundo Amazônia capta R$ 726 milhões em 2023, maior recorde em 14 anos

O Fundo Amazônia, vital para a conservação ambiental na maior floresta tropical do mundo, recebeu um impulso significativo em 2023 com a captação de...

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A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.