Esse é o ponto central desta reflexão sobre o Norte que não pode continuar sendo tratado como infraestrutura do Brasil sem ser tratado como Brasil. Quando o país usa o Norte como corredor, ele o chama de estratégico. Quando o Norte exige integração, o país o chama de problema. Essa é a agonia do paradoxo
Teremos nós falhado com a Constituição e com a nossa própria gente, ao aceitar que uma política criada para reduzir desigualdades seja usada para administrá-las, quando deveria estar empenhada em superá-las.
Por isso, a pergunta retorna com ainda mais força. O que a Amazônia – sua indústria, sua inteligência e seus compromissos registrados no Manifesto – pretende entregar ao mundo após a COP?
"A floresta em pé é produtiva. A indústria dentro da floresta é estratégica. E a narrativa contra esse modelo é apenas isso: narrativa. Sem dados, sem lastro,...
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.