“Aplausos intensos, incessantes e cordiais aos heróis da resistência e da insistência singular e lapidar. Ao celebrar seu 120º aniversário, o Jornal do Commercio do Amazonas não é apenas uma testemunha da história, mas um agente de mudança e um símbolo de resiliência e comprometimento com o desenvolvimento socioeconômico da Amazônia”.
O plano visa a “neoindustrialização” e objetiva interromper e reverter a desindustrialização precoce que afeta o Brasil há bastante tempo. Para isso, serão buscadas novas bases e práticas produtivas que sejam sustentáveis, digitais, inclusivas, inovadoras tecnologicamente e vocacionadas também para a conquista do mercado externo.
“A "Nova Indústria Brasil" representa uma janela de oportunidades para o Polo Industrial de Manaus, alinhando-se com as necessidades de desenvolvimento sustentável e inovação tecnológica.”
"O DNIT, instituição responsável pela construção e manutenção das rodovias federais brasileiras, sempre foi carente de dados e métodos adequados para justificar a BR-319. [...] A conclusão de que eventuais benefícios da pavimentação da BR-319 são insuficientes para compensar prejuízos ambientais são devidos à subestimação dos benefícios econômicos"
“A proposta da bioeconomia a partir da Zona Franca de Manaus, não visa substituir o polo industrial existente, mas sim complementá-lo. A ideia é assegurar a diversificação, adensamento e a interiorização das atividades econômicas, integrando práticas sustentáveis e inovadoras que aproveitem a rica biodiversidade local.”
O desenvolvimento de infraestrutura na Amazônia, portanto, não é apenas uma questão de logística ou economia, mas também um compromisso com a sustentabilidade ambiental e a resiliência comunitária, que exige adensamento, diversificação e interiorização da economia concentrada em Manaus.