"Ainda no clima da Semana da Indústria, ao destacar o legado e as conquistas dos empreendedores da Indústria da Floresta, podemos olhar para trás com orgulho e prestar aos parceiros desta jornada vitoriosa uma singela homenagem. Cada desafio superado, cada lição aprendida, cada hectare da biodiversidade intocado contribuiu para fazer do Polo Industrial de Manaus o que ele é hoje: um exemplo de como o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental podem caminhar juntos"
'A ministra enfatizou também a necessidade de uma "Avaliação Ambiental Estratégica" (AAE) para o licenciamento da BR-319. Esta avaliação considera não apenas os impactos diretos da obra, mas também os efeitos mais amplos sobre a região amazônica. "Você não vai fazer a licença olhando só o empreendimento. Tem que ver toda a área de abrangência: como isso vai repercutir nas terras indígenas, em desmatamento", afirmou a ministra. Estamos de pleno acordo sobre a importância de sofisticar o controle numa área de pelo menos 30 a 50 quilômetros de cada lado, para monitorar o surgimento de estradas vicinais e outros fatores.'
"A preparação do lado brasileiro para a realização da COP30 não deve se limitar a uma organização como se fosse apenas um encontro científico ou um festival cultural, mas também decidir e implementar um conjunto de ações planejadas para a promoção do desenvolvimento sustentável da Floresta e dos povos da Floresta, os cuidados de 'nossa casa comum' como oportunidade histórica."
“O futuro da Amazônia depende da capacidade de implementar as reformas de forma responsável e eficiente, sempre adaptando as estratégias conforme necessário para garantir que o desenvolvimento seja sustentável e a aplicação desses novos fundos seja a um tempo competente, transparente e inclusiva.”
Os gaúchos já demonstraram historicamente que são empreendedores dinâmicos e inovadores, e que o Estado dispõe de capital social e institucional para superar os problemas socioeconômicos e socioambientais resultantes do desastre ambiental das inundações e das enchentes. Particularmente, deverão planejar a gestão sustentável dos recursos hídricos com o apoio da Agência Nacional de Águas (ANA) os quais, no Rio Grande do Sul, são uma benção na Natureza e não apenas numa visão de curto prazo, fonte amaldiçoada de desastres ambientais, um fato que já havia sido observado desde a Descoberta do Brasil.
“A mobilização de atores públicos e privados - exatamente para proceder ao mecanismo inteligente da prevenção - torna-se essencial nesse contexto para desenvolver e implementar iniciativas que se adaptem às novas realidades impostas pelo clima e pelo desenvolvimento regional.”