Assim, não precisaríamos de um centavo a mais do que aquele que é produzido na Amazônia com sustentabilidade, ou seja, no paradigma socioambiental e desenvolvimento integral. Essa é a pauta da hora e a razão emergencial para sugerir ao eleitor os votos da região em favor da cidadania e da prosperidade social de nossa Amazônia.
Com indústria, infraestrutura, ciência e biodiversidade, o Amazonas pode transformar a segurança jurídica conquistada até 2073 em uma estratégia duradoura de desenvolvimento, geração de renda e integração regional.