A análise reforça a importância das terras indígenas para a conservação ambiental e defende a aceleração dos processos de demarcação como estratégia para recuperação de áreas degradadas.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas