Desmatamento - extermínio atual das coberturas vegetais primárias do Brasil já está implicando um aumento exponencial dos riscos de inviabilização de nossa agricultura
Por imensos...
A depender de blocos econômicos de países ricos, que estão adotando diretrizes comerciais que podem proteger a espécies da fauna e flora silvestres ameaçadas...
Em meio à preparação brasileira para a cúpula de presidentes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), programado para acontecer em Belém (PA)...
“…temos uma ferida aberta que jorra hemorragicamente na economia nacional, que é o desmatamento da Amazônia. É preciso computa-lo nesse cálculo e tratar esse tema como prioridade nacional, para que nossos méritos não sejam ocultados por nossos vícios” - Daniel Vargas
Em um contexto de desmonte do arcabouço de política pública de conservação, há diversas iniciativas que precisam ser recuperadas e fortalecidas
Por Clarissa Gandour
Em recente carta...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.