O evento integra o encontro dos Diálogos Amazônicos, uma plataforma digital para discutir com toda a sociedade civil organizada temas de interesse do desenvolvimento...
“Assim, surge este bafejo de esperança com o esforço da FGV (SP) e entidades locais numa série de Diálogos Amazônicos. Uma fagulha de confiança se acende e poderá construir alguma luz sobre o nosso futuro e um facho de esperança para levar a alguma transformação.”
“...fomos flagrados em nossa ignorância, incapazes de respostas rápidas para questões que precisaríamos compreender com mais profundidade e rigor.”
——por Alfredo Lopes——
O surgimento da COVID-19...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.