Descanse em paz, Dauro Fernandes Braga, querido amigo e irmão. Esteja certo que seu brado não foi em embalde. Eles serão retomados e sempre soarão quando os direitos civis forem aviltados e os compromissos com a cidadania sejam abusivamente esquecidos. Obrigado por seu legado de coragem, companheirismo e indignação.
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.