“Uma viagem diplomática pela Amazônia que não inclua na rota os desafios e graves danos ambientais que a região enfrenta é uma viagem incompleta e uma oportunidade perdida”, afirma o Greenpeace.
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos