“A abordagem de Denis Minev e Etelvina Garcia destaca uma discordância fundamental entre a visão do Brasil para a Amazônia - frequentemente vista como um grande parque, ou o último jardim do mundo - e o que os Amazônidas realmente desejam para a região. Esse diálogo reforça o papel crucial da Fundação Getúlio Vargas na promoção de discussões que visam reconciliar essas perspectivas divergentes, buscando soluções que favoreçam um desenvolvimento sustentável e inclusivo para a Amazônia e seus habitantes”.
No desafio da integração regional, as instituições e infraestruturas são muito mais importantes que a geografia.
Hoje, o que é verdadeiramente longe, não é a Amazônia. É a nossa capacidade de compreender a realidade dura da região mais pobre, mais surrupiada, mas também mais promissora do Brasil.
“…temos uma ferida aberta que jorra hemorragicamente na economia nacional, que é o desmatamento da Amazônia. É preciso computa-lo nesse cálculo e tratar esse tema como prioridade nacional, para que nossos méritos não sejam ocultados por nossos vícios” - Daniel Vargas
Espero que possamos encontrar alternativas para construir infraestrutura sem destruir a biodiversidade e um conjunto mínimo de prioridades. As pegadas de destruição precisam ser transformadas em caminhos para a prosperidade.
A Cargill, uma das maiores traders mundiais de commodities agrícolas, descumpre sua promessa de combater o desmatamento, violando a Moratória da Soja estabelecida desde 2008.