A palavra de ordem é sustentabilidade, quase um preceito sagrado, que se confirma desde a melhor remuneração dos ribeirinhos - agora sem os atravessadores - aos cuidados sanitários com a coleta, preparo e produção a bordo da balsa-fábrica, sob as bençãos de Lavoisier. “Nada se perde nada se cria, tudo se transforma”.
Nenhuma planta industrial do Brasil recolhe tantos recursos para a sociedade e, ao mesmo tempo, assiste impávida ao desvio de finalidades da maior desses valores, frutos de compensação fiscal e da determinação produtiva de investidores e trabalhadores. Os resultados estão claramente definidos no perfil do IDH de nossos municípios do interior, os mais constrangedores do Brasil. Fortalecer a atividade industrial que não agride o meio ambiente, prezar pela sustentabilidade e inovação, é um caminho que só depende de nós!
“É imperativo, portanto, debater, aproximar, disseminar a informação, reduzir a burocracia do proibicionismo, pois está provado que o fomento ao empreendedorismo é mais efetivo e producente, tanto para promover a sustentabilidade como a prosperidade.”
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes