Detalhando em números, o estudo do Instituto Escolhas foi a fundo para entender a realidade do garimpo ilegal na Amazônia, o investimento necessário e o lucro dos criminosos. Em off: mesmo com faturamento milionário, o faturamento do garimpo não chega perto do que a bioeconomia sustentável poderia proporcionar para as pessoas da região.
Conflitos em terras indígenas deixaram mortos nas últimas semanas. PCC desenvolveu nos últimos anos a junção de duas atividades criminosas, o chamado "narcogarimpo", e promete retaliação por membro da facção ter sido morto. Policiais e servidores ambientais em risco.
No Especial EXAME especialistas debatem os potenciais da região, que pode contribuir com o crescimento do País com a bioeconomia
Por André Barros - Exame
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