“Não se trata apenas de produzir a castanha. É preciso toda uma estrutura e gestão para que se possa trabalhar com o desenvolvimento sustentável, além de usar ao máximo a Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), inclusive, na administração em prol de todos os membros das associações e cooperativas. Estamos em um momento importante de mudar a cultura, porque o Governo do Estado se interessa muito pelo interior, pelo setor primário, no sentido da interiorização do desenvolvimento”, reforçou o secretário.
Geová Alves, presidente da Associação das Comunidades Tradicionais do Bailique (ACTB) fala sobre o potencial de geração de renda e os desafios para o uso sustentável dos recursos da biodiversidade e conhecimentos tradicionais