Com aumento de 40%, segundo relatório da ONU, preço dos alimentos registrou oscilações pela pandemia, taxa de câmbio e até por mudanças climáticas
De acordo...
Máquina fará com que o consumidor possa distinguir qual o tipo de viga está comprando e a utilize da forma mais adequada, informou o Ministério da Agricultura.
Aquele velho papo de que a empresa cumpre sua função social criando empregos já não vale mais nada. As empresas precisam ter fornecedores éticos, ser ambientalmente correta e adotar uma política de distribuição de lucros com seus funcionários. É o padrão mínimo. Se for uma grande corporação, terá que cuidar do planeta, também, sob o risco de sofrer boicote dos consumidores mais preocupados com o ambiente. O mundo deu essa virada e não há nenhuma indicação de que vá mudar de ideia.
Com a decisão, o empresário Lírio Parisotto, controlador da Videolar, terá que devolver a planta à Petrobras, e receberá o dinheiro de volta, ainda que a mecânica para determinar o preço não esteja clara.
Consumidores e investidores já aprenderam a valorizar produtos e serviços com responsabilidade ambiental. Isso pode gerar enormes oportunidades de negócios para o País, desde que o governo brasileiro saia da contramão.
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.