É preciso, entretanto, abraçar um projeto como este com toda vontade política local, estadual e do poder central. É… mas faltam recursos! Diriam os arautos do imobilismo. Isso não procede de acordo com os fatos. Apenas o setor produtivo da Zona Franca de Manaus, ano a ano, repassa em torno de R$ 1 bilhão através do Fundo de Turismo e Interiorização do Desenvolvimento e de Fomento às micro e pequenas empresas. E o que é feito disso?
Manobra contábil na definição das metas de redução de gases estufa motivou ação pública contra Ricardo Salles e Ernesto Araújo. Ação tem apoio de 8 ex-ministros
“Além da Bioeconomia, vários novos negócios estão rodando. Precisamos nomeá-los, priorizar os mais promissores e financiar outros para que peguem vento. Sem conflito nem confronto”.
No caso da utilização do conhecimento, as empresas devem receber o consentimento prévio para o acesso e o desenvolvimento de novos produtos a partir da biodiversidade brasileira, bem como repartir os benefícios provenientes da utilização destes.
Diferentemente de outros setores, onde o carbono faz uma viagem apenas de ida par a atmosfera, as florestas funcionam como uma via de mão dupla, absorvendo carbono enquanto crescem ou se mantêm, e soltando quando degradadas ou desmatadas.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.