Tag: conhecimento

Como sair da espiral do passado na Amazônia?

“É só olhar o potencial para melhoria, a partir do momento em que existir uma conexão efetiva por um esforço em comum: desenvolvimento da Amazônia por meio da ciência, tecnologia e inovação. Será que conseguiremos isso? Foram necessários 20 anos para UEA dar posse para representantes da Indústria em seu Conselho, após mais de R$ 4 bilhões de contribuições entre 2011 e 2021. Precisamos de uma dinâmica mais rápida. Há fome. Há pressa.”“É só olhar o potencial para melhoria, a partir do momento em que existir uma conexão efetiva por um esforço em comum: desenvolvimento da Amazônia por meio da ciência, tecnologia e inovação. Será que conseguiremos isso? Foram necessários 20 anos para UEA dar posse para representantes da Indústria em seu Conselho, após mais de R$ 4 bilhões de contribuições entre 2011 e 2021. Precisamos de uma dinâmica mais rápida. Há fome. Há pressa.”

Ativos Amazônicos: Uma tendência em cosméticos

A partir do conhecimento inicial dos povos originários, os químicos e cosmetólogos exploram as propriedades dos ativos. Hoje, podemos aplicar os insumos amazônicos nos cosméticos para aprimorar as formulações. Inclusive, já são aplicados em cosméticos por várias empresas que enxergaram a imensidão dos ativos amazônicos.

As Dimensões Humanas da atual crise climática

A vulnerabilidade, a oportunidade, a qualidade de vida, o acesso ao conhecimento, as múltiplas liberdades são variáveis importantes das Dimensões Humanas das Mudanças Climáticas

O que é bioeconomia? Entenda o conceito

O Brasil possui enorme riqueza natural, motivo que abre uma janela de oportunidades para seu protagonismo na bioeconomia mundial. Além disso, a competência do país em bioenergia, aptidões agrícolas e biotecnologia tornam o Brasil um ator de liderança nesse cenário.

Amazônia, conhecer para proteger e prosperar

Além do nosso imensurável banco genético, aqui temos a maior província mineral da terra e um quinto da água potável do planeta. A água, que habita nossas matas, quando estás são removidas predatoriamente pela insensatez humana também remove o precioso líquido. Retidos, evaporados e compartilhados com outros quadrantes do planeta, sem floresta não há como reter a água. Daí a crise hídrica do Sudeste e que nos afeta a todos, pois embora tenhamos tanta água, muitas vezes vítimas do excesso das enchentes, pagaremos energia mais cara como sequela de nossa patologia pecuniária.

“A falta de uma política pública nacional para a bioeconomia é emblemático no Brasil”

Evento com participação do Escolhas debateu caminhos para aprimorar marcos regulatórios que fundamentam o desenvolvimento da bioeconomia na Amazônia

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