A competitividade, ou a ausência dela, no modelo Zona Franca de Manaus, cuja fragilidade remeterá à desindustrialização dos diversos polos aqui instalados, não pode ser debitada apenas ao desaquecimento da economia
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”