os heróis da obstinação criativa: profissionais que recusam a retórica vazia, que enfrentam dados, complexidades e contradições com rigor técnico e responsabilidade institucional, e que compreendem que pensar logística na Amazônia é pensar soberania, desenvolvimento e futuro.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.