Exemplos não faltam. Em julho de 2021, chuvas recordes trouxeram graves inundações para a Europa, onde 200 mil propriedades ficaram sem energia elétrica. No mesmo mês, chuvas torrenciais com intensidade máxima de 201,9 milímetros em uma única hora levaram a inundações devastadoras na província de Henan, na China
Ondas de calor e frio, estiagens, tempestades, incêndios florestais, enchentes, nevascas e tornados. O ano de 2021 foi marcado por extremos climáticos que geraram milhares de mortos e desabrigados, além de prejuízos bilionários em todos os continentes.
A tendência internacional na priorização de agendas para o manejo global da biodiversidade e dos estoques de carbono se contrapõe à realidade nacional de alta nas taxas anuais de desmatamento.
Dependente de climas mais frios, as florestas de araucárias irão perder entre 49 e 64% da sua área climática ideal até 2070, devido ao aumento das temperaturas
De acordo com relatório divulgado hoje, últimos sete anos foram os mais quentes do planeta, conforme registros que datam de 1850,, com destaque para 2020 e 2016.